CHEGANDO NO PEDAÇO…

Para trocar um pão com meus amigos e amigas deste canto da tecnologia avançada, o tal Blog. Não tenho aparecido. A correria da vida não vem me dado o tempo que gosto para interagir, conversar, escrever, se posicionar. Hoje sobrou um tempinho.

O que é isso que está acontecendo no vizinho estado de Santa Catarina, para onde vá quase todos nós gaúchos nos próximos dias, quando o tempo de praia chegar; que violência é essa que sai de São Paulo, passa pelo Paraná e se aloja no sempre pacato e ordeiro estado barriga verde. Que mortandade sem sentido é essa, como se existisse matança com algum sentido; Meu Deus o que é que realmente está acontecendo. É só falta de ação do governo se é assim porque não se coloca o nosso exército na rua. Perdem-se mais vidas nas cidades brasileiras, que em chamadas guerras civis e de confrontos de etnias no mundo. Então temos uma guerra disfarçada e se é uma guerra, chama o exército. Bota os verdes nas ruas das principais cidades. Tenho certeza que se chamarmos o exercito com um plano bem definido, temos condições sim suficientes para acabar com isso. E evidentemente que usando a inteligência de nossas forças policiais, isolando de fato, verdadeiramente os lideres destas facções que estão fazendo do Brasil um verdadeiro inferno em termos de vidas inocentes. De gente que não tem a nada a ver com o coração de ódio que certamente movem os corações desses marginais, que precisam ser banidos do nosso convívio. Cadeia isolada de verdade e na reação,morte para eles.

O Roque Kloekner, um cidadão de origem alemã da região de Carazinho ligou-me hoje para passar uma idéia. Já havia pensado nisso lá atrás, dois ou três anos e acabei esquecendo do fato. E o Roque como eu pensa na tal de distribuição de renda entre todos, que deveria ser mais equilibrada. E ele lembrou da Mega Sena da Virada que já começa a mexer com a cabeça dos brasileiros. A mega da virada é aquele que pode pagar mais de 250 milhões de reais num só sorteio e para apenas um abençoado; e Põe abençoado nisso. Na mega da virada que deve se chamar mega da festa, a distribuição da grana pode ser mais espraiada, como diria o meu amigo Olívio Dutra. 40 por cento dos 250 milhões para quem fizer os seis pontos, e distribuindo-se depois os restantes. 150 milhões para se distribuir aos vencedores com quina e para os que fizerem a quadra. Ampliaria o leque de pessoas felizes. Ou 100 milhões já não é prêmio extraordinário ? Ou quem recebe na época de passagem de ano um extra de 50 ou 100 mil reais não fica no time dos alegres cidadãos brasileiros? E não é isso que importa. Vou mandar sugestão para o setor de loterias da caixa. Não me custa e quem sabe né.

A forma como o Grêmio saiu da sul-americana ainda não me deu sossego. É verdade que o time parou no segundo tempo, depois de andar do mesmo jeito com que fizera na virada histórica pra cima do São Paulo. Um primeiro tempo que dava a nos entender que tudo estava sob controle. No campo e fora dele, isso na cabeça do Luxemburgo. Mas isso não era verdade, porque o time voltou diferente para o segundo. Ficou atrás, se encolheu, deu o campo pro Milionários jogar. E sem a mesma postura do primeiro tempo de time consciente e mostrando que sabia o que estava fazendo, a transformação foi radical. Disse o Luxa e sentou a bunda lá atrás. Mas mesmo assim suportou até os 45 minutos finais. E aí é que mora a minha contrariedade do sofrimento quem foi imposto mão torcedor. Não vi sinceramente motivos para dar siquér um minuto, e muito menos cinco. Lamentável. O levantamento de uma placa de cinco minutos numa decisão tão importante como a de ontem, é pra enlouquecer qualquer um que gosta do futebol com suas regras estabelecidas e aplicadas. É verdade que o Grêmio não ganhou nada. A mais pura verdade, mas também é verdade que é um clube que vai terminar a temporada mais próxima de um time, que muitos que estão por aí. Mais perdidos, mais complicados. Garantindo o vice, tempo maior para a pré temporada. Renovação com Luxemburgo e Zé Roberto passam sim péla cabeça do presidente Fabio Kóff. A base está pronta e o desejo de vitória vem do novo presidente que vai assumir. Um vitorioso na vida, um vitorioso no futebol. Mas que foi doído o jeito com que o Grêmio saiu da sul-americana, isso foi. E como foi.

O Inter vive os últimos dias da temporada e os primeiros da nova que vem aí. É evidente que Giovani Luigi Calvário já conversou com vários treinadores. Não muitos, porque são poucos com o perfil do que realmente precisa o Inter. O Colorado tem um grupo que se colocar no papel, do meio para a frente, descobrindo as razões de tantas lesões, com um bom tempo de preparo, repito do meio para frente, tem gente pra fazer um grande time. Todos concordam né. Ou não? Vejamos então. O numero cinco é o Igor; a torcia esqueceu totalmente o Sandro Silva, logo… Tem o Guinazu, dispensa comentários embora um treinador fará o correr menos, e ainda render muito mais. Fred é o nome da fila para se projetar. Tem tudo. D’Alessandro é um craque, mas que precisa jogar. Só com o nome ele pode encerrar o seu chamado ciclo no Beira-Rio. Diego Forlan ainda dá a confiança de se esperar ele depois de uma pré-temporada decente. Joga muito. Ou jogou muito? O Dagoberto inteiro não se discute. Dagoberto motivado e pra isso dando a ele as oportunidades que são dele. Damião ainda é o centroavante ideal, embora não seja pra mim mais o simples Damião. Não pode e enfeitar e nem pensar que é craque. Não é. É um, centroavante de fazer, é impossível não se entender isso. O gol é o orgasmo do futebol. O gol é tudo. E o Damião sem enfeite, sem pensar o que não é, volta a ser vitorioso. Tem o Cassiano, grande potencial. Dátolo é caso perdido. Como também o Ney e o Kleber, e ainda já estamos chegando na cozinha. Me esqueci do Rafael Moura. Joga mais do que jogou até aqui com a camisa vermelha, mas é preciso saber onde ele arranja tantos quilos como vem se apresentando. E se tudo for massa muscular, então está de longa. Deve jogar na zaga usando o corpo. Mais é muito lento, por causa do seu próprio corpo. Mas chegando na defesa então vamos encontrar a necessidade depois laterais, um esquerdo um direito e mais um zagueiro estilo Índio, mais um Índio novo. O velho pode ser banco. Acho…só acho. O que eu espero no entanto é que ao anunciar o novo treinador, o meu amigo Giovani Luigi não jogue um balde de água fria na imensa nação colorada. Ela não merece maior sofrimento do que vem passando. E para encerrar o campeonato espero um Inter decidido de forma individual; encerrar a temporada com a tal dignidade não é obrigação nem minha, nem, do presidente, nem do vice, mas de cada do que for escalado para domingo contra o Corinthians, depois a Portuguesa e finalmente no Gre-Nal que encerra as atividades no Olímpico Monumental. Dignidade. Só. Não é muito para o profissional que gosta do que faz. Seja o que for. Não importa o salário. Dignidade.

Estou atrás de um amigo. O nome dele é Jerri. Trabalhou muito tempo no departamento pessoal da extinta TV Guaíba. Tinha o telefone dele, mas numa troca de aparelho, perdi minha secretaria eletrônica. Não fosse a tecnologia avançada, teria o telefone do Jerri, pois estaria escrito numa cadernetinha agenda telefônica. Lembram dela né. Então. E o Jerri precisa ser encontrado urgentemente. Se você que me lê e tem um amigo por nome de Jerri, pergunta pra ele se ele não é ex-funcionário da extinta TV Guaíba? Faz isso? Fico agradecido.

Trabalhei do meio dia até uma e meia deste dia em que não tempos expediente em algumas repartições estaduais. Lamentável esse feriado de quatro dias do governo estadual. Mas… e como na câmara municipal, como na prefeitura o bicho ta pegando normal, vim para cá ,esqueci de almoçar e meu deu uma fome danada. Vou estrangulá-la. Domingo vou estar no Beira-Rio. Nas cabines improvisadas, mas perfeitamente agradáveis para se trabalhar. Ver de perto da dignidade no rosto e nas ações de todos que estarão envolvidos com esse clássico; carimbar a faixa de bi campeão do mundo do Corinthians? Será ótimo. Ganhar de um possível campeão mundial sempre é bom. Vamos todos para lá. E não esqueçam.

Estamos em um outro projeto e que envolve a caçulinha do rádio esportivo brasileiro. Com o nome da nossa maior festa, a Rádio Gre-Nal é uma festa de informação e de serviços prestados ao futebol durante 24 horas por dia. Confesso que ainda não descobri como é que esses meninos encontram tanta energia e assunto para virar todos os dias falando só de futebol. E a repercussão disso temos sentido nas redes sociais, pelo telefone, e-mails, gritos na rua, informações no super mercado, na fila da loteria. Por toda a parte. A Radio Gre-Nal está ali nos 780AM, está no 101.9 da FM, está no http://www.rdgrenal.com,.br e numa séries de dispositivos que eu confesso não sei dizer quais nesses modernos aparelhos que conectam a humanidade. A raça humana que teima em ser hostil e resolver seus problemas e às vezes nem é problema, na base do tiro, da facada, da porrada. Calma gente. E entre tantos assuntos que podem ser focados aqui, eu volto naquele que está tirando o sono de muita gente a matança de gente em alguns estados da federação, principalmente São Paulo e Santa Catarina. Exercito nas ruas já e no confronto direto que morram os causadores desse movimento que deve ser considerado como u ma guerra sim. Bom final de semana para todos vocês e quero ver se venho mais amiúde aqui nesse cantinho da tecnologia e expor pensamentos e idéias, que refinados eu só espero atinja o bem estar de todos, num tempo tão difícil que está para se viver em paz.

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SEXTA NA PRAÇA

Fomos a Feira do Livro… Com a RD GreNal, nos estúdios da Rede Pampa de Comunicações. Fiquei quase até as duas da tarde. Depois Câmara de Vereadores. Ainda sou vereador. A receptividade das pessoas ao trabalho esportivo da Rádio GreNal é espantoso. A RD GreNal veio sim para ficar. São 24 horas de programação esportiva e só falamos de futebol. Quando esgota o assunto, continuamos a falar de futebol porque ele encanta. E amanhã teremos mais duas jornadas no futebol da caçulinha dos rádios esportivos brasileiros. Às 4: 20 da tarde o Inter enfrenta o Palmeiras… E depois a narração do jogo do Pituaçu na Bahia, onde o Grêmio encara o esquadrão de aço em desespero quase na zona do rebaixamento. O Inter é favorito para ganhar do Palmeiras.

MAIS CARROS

O trânsito já está caótico. E o governo libera o IPI dos carros até dia 31 de dezembro. Significa mais carros nas ruas. É a força do décimo terceiro salário. Mais carros começarão a circular pelas cidades brasileiras, sem que alguma providencia seja tomada em relação aos engarrafamentos gigantescos nas principais cidades brasileiras.

JOAQUIM

Twitei que o ministro do supremo, seu presidente Joaquim Barbosa poderia ser um candidato natural à presidência da república em 2014. E repercutiu. Não foi só eu que pensei nisso, diante do comportamento do mineiro Joaquim no julgamento do mensalão. Seus integrantes vão para a cadeia sim, e isso nunca se viu no Brasil. Embora tenha escapado aquele que é o verdadeiro chefe da quadrilha. Joaquim Barbosa reúne as credenciais para ser pensado como uma renovação total na política brasileira.

INGRESSOS

Com razão a torcida do Grêmio ta uma arara com os preços dos ingressos. Os sócios terão de pagar para a festa de oito de dezembro na inauguração da Arena Tricolor no Humaitá. O clube vai precisar de dinheiro para bancar uma festa que será inesquecível para a vida do campeão do mundo de 1983. Reclamam que por serem sócios deveriam ter o ingresso ao estádio da forma como se faz no Olímpico Monumental. Calma gente; é só para a festa, depois volta tudo a normalidade e o torcedor terá um dos mais modernos e confortáveis estádios de futebol do mundo. Vale a pena o sacrifício. Acho. Só acho.

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Oi gente
GENTE QUE SE LIGA NA GENTE

E saiu a avalanche… E saiu o ‘adivinhe’. O Grêmio atendeu as necessidades de sua torcida, e a mim. Eu que estreei na Rádio GreNal no Grêmio 0 x Coritiba 0, fiquei a ver navios naquela noite. Ontem tudo foi diferente… Mas com susto. Meu e da torcida tricolor. O Barcelona genérico saiu na frente. E eu até disse – “essa minha fase ta realmente danaaaada”. Mas o Anderson Pico começou com uma chegada forte pela esquerda a desmanchar toda o temor que já se apoderava de todos no Olímpico Monumental. Os torcedores porque perder para o Barça do Equador e sair da Sul-Americana assim no, mas não estava no cálculo de ninguém. Muito menos eu. Sequioso por um grito de gol que realmente compensasse o longo período em que estive ausente do rádio por força da lei eleitoral e a minha tentativa de ganhar o quarto mandato de vereador, o que acabou não acontecendo da forma mais frustrante possível. Não me conformou em cair de 6 mil e 500 votos para 1.947. Mas isso deve passar com o tempo. O que me vinha atucanando era o rádio. Voltei pela Rádio GreNal a caçulinha do rádio esportivo brasileiro. O único estado que homenageia op seu clássico maior. Só por aqui mesmo para fazermos coisas diferenciadas dos demais. Que clássico uma rádio faria esse tipo de homenagem em São Paulo? Clássico Sansão… Rãdio Sansão? E os outros clássicos do futebol paulista. Pois é. No Rio seria Rádio Fla-Flu e os outros clássicos cariocas. Pois é. Na Bahia o clássico Ba-Vi. Pode ser Radio Ba-Vi homenageando o maior clássico da Boa Terra, Bahia e Vitória. E deu. Então é “nóis na fita”. Homenageamos a maior paixão do povo gaúcho com a Rádio GreNal.

Mas dizia eu do gol, e ele veio abençoado em termos de ser de bola parada onde diminuem as probabilidades de erro de qualquer narrador de futebol. E de bola parada o Zé Roberto resolveu acudir a torcida, e a mim. Saiu um golaço e o ‘adivinhe’. E eu me realizei. Fiquei feliz, apesar de tudo e todos os problemas que nesse momento enfrento na vida. Mas como se diz quem ninguém passa pelo que é destinado para nós, seguremos o foguete e vamos em frente. Com essa incrível rádio de garotos. O futuro do rádio. Todos meninos concentrados no que fazem e já senti; fazem porque gostam daquilo, que estão fazendo. Isso é meio caminho andado para um projeto atingir os seus objetivos. É questão de tempo. E persistência. E para isso todos, o paizão aqui com seus 68 anos, e os meninos o mais velho tem 32 anos. To me sentindo jovem de novo. No rádio e na vida. Porque é preciso continuar fazendo o que gosto. Ver um Elano partir para a bola e com perfeição enviá-la num ângulo inalcançável para o goleiro do Equador. Alias metido a Higuita. Lembram dele? Valeu por tudo a noitada de ontem. E agora vou cantar na outra freguesia que completa esse mundo fantástico chamado GreNal, pela Rádio GreNal, depois de amanha junto as obras que farão do Beira-Rio um estádio padrão Fifa e em condições de sediar uma das sedes do mundial de 14. É Inter e Palmeiras.

Acho, e só acho que o Inter não vai mais cair na asneira de dar sopa pro azar. Atlético Goianiense e Figueirense são nomes de times que precisam ser citados no vestiário. É para não esquecer meeesmo. E no mundo Gre-Nal já falam por ai em Robin Hood . Ganha pontos dos ricos, Vasco, Atlético Mineiro, Flamengo e entrega pros pobres; figueira, atleticanos de Goiânia. Os dois estavam e estão e vão ficar na zona do rebaixamento. E o Palmeiras também está na faixa de ir para segundona de novo. E daí; o Colorado vai dar sopa ou daqui para frente D’Alessandro fará no time do Inter o que se espera que ele faça. Fez ontem. Ninguém cobra de quem não tem condição. E quando se critica o Nenê se faz porque todos sabem do seu potencial e do seu incrível talento de jogador diferenciado. Mas como ontem. E só como foi ontem. Do contrário, pra mim não serve. Ou é ou não é. Não existe meio virgem, nem meio azar, e muito menos meio craque. Ou é fora de série meeesmo, ou deixa pra lá. Não quero mais ser incomodado, mas do que já estou sendo. O D’Alessandro joga e eu narro. E ponto. Né Forlán? Ou foi só ontem também heim craque do mundial africano. Com a bola de todo o time ontem, o Inter decididamente não estaria na situação de não garantir nada para a temporada que vem. E o pior vendo o tradicional adversário subir de novo. Será que a gangorra vem aí? De novo? Mas os tempos são outros e podemos sonhar sim que ela não venha mais e que os dois sejam gigantes iguais na temporada de 2.013. Não morro sem narrar uma decisão de um campeonato brasileiro ou uma libertadores com o clássico Gre-Nal decidindo a parada. Será a glória. Depois de amanhã então vou ao Beira-Rio depois de 4 meses. Não me interessa as condições de trabalho. O que vale é voltar a um local onde construí momentos de enorme emoção junto a grande nação colorada. E é nas dificuldades que devemos entender aqueles que nos fazem a felicidade – a dupla Gre-Nal. O que eu peço é só uma coisa que o Inter de sábado seja o Inter de ontem com D’Alessdandro e cia. Só isso. E não é pedir muito. Três a zero será a glória no meu retorno ao Beira-Rio que em breve dará lugar ao Gigante Para Sempre, estádio moderno, padrão Fifa e mais um motivo de orgulho para tantos quantos amam este chão conhecido por Rio Grande do Sul.

E agora tchê – as bandeirantes tricolores e coloradas estão tremulando, tremulando, tremulando na GreNal. Rádio GreNal a caçulinha do rádio esportivo brasileiro; 24 horas no ar falando de futebol. De futebol. Futebol, futebol e……… Futebol. Boa quinta a todos e até amanhã.

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CHEGANDO NO PEDAÇO

Com a emoção de uma estreia. Ontem apresentado na Rádio GreNal. A rádio que faz uma homenagem diária a maior festa gaúcha e ao maior clássico do futebol brasileiro. Gente nova. Gente bonita. Ainda meninos, com vozes de homens encarando o dia a dia de uma rádio que fala de futebol 24 horas sem parar. Haja fôlego. Pois desde ontem estou no pedaço da Rádio GreNal. E amanhã as seis e meia a minha primeira jornada com o microfone da caçulinha. Vou abrir a jornada às 18 horas, mas estarei no estádio Olímpico a partir das 4 da tarde. To com saudade de isso. Do rádio. Das cabines. Dos amigos que trabalham na praça de esportes da avenida Carlos Barbosa. E da torcida tricolor. Sempre tivemos um relacionamento de respeito e carinho, e a gente sente falta disso. Amanhã vou lá ver o Grêmio “pelear” diante de um esfacelado, mas sempre perigoso Coritiba. Não é hora de brincar. Nem o time em campo, nem nos na cabine. Afinal, temos um compromisso firmado para ser cumprido e assim será. Amanhã as 18 horas a minha estreia definitiva no microfone da Rádio GreNal. Com a minha pretinha ao meu lado, eu vou em frente. Não tomo conhecimento de ninguém. Respeito a todos. Não sou melhor que ninguém, mas sei exatamente o espaço que é meu e que não permito ainda que determinem se eu posso ou não continuar trabalhando no rádio. Mais uma vez obrigado ao pessoal da Rádio GreNal pela acolhida calorosa e emocionada-bondosa, e acima de tudo respeitosa.

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CHEGANDO NO PEDAÇO

Quando aqui cheguei no ano de l.974, eu me apresentava nas aberturas de jornadas esportivas assim – “Cheguei no pedaço-deixa comigo “ e desenvolvia o meu editorial de uma de minhas criações no rádio; aberturas de jornadas. Aliás, isso foi uma das coisas que me tiraram na última rádio que passei. E pretendo a partir de sábado ao estrear na Rádio GreNal, voltar a emocionar a minha gente com as aberturas de uma jornada onde se projeta o futebol, direcionado a emoção de cada torcedor que nos acompanha ao longo desses 38 anos de Rio Grande do Sul. É uma nova etapa na minha vida. Um desafio. Uma rádio jovem, ainda engatinhando, com gente jovem e bonita, fazendo um rádio realmente voltado ao esporte mais popular do planeta, o futebol. Na Rádio GreNal o futebol é o futebol por sua excelência e ponto. E se criei a frase mais um GreNal na vida de todos nós, vou estar envolvido diariamente com esta sigla que caracteriza o maior clássico do futebol do Brasil. Agradeço de coração ao Paulo Sergio Pinto que me acolheu um dia na Rádio Guaíba, e que hoje de novo abre a porta pra mim entrar e ser feliz. E eu sonho sempre com a grandeza de uma jornada esportiva. Sonhar é um direito de todos, e quem não sonha não tem direito à vida. E nessa vida tão atribulada, de gente má no convívio de cada dia, vou ao encontro da felicidade de estar novamente empregado, depois da dor sofrida com a minha primeira e certamente única vez que fui dispensado desse meu trabalho que faço com tanto amor, tanta dedicação e com tanta certeza de que no meu trabalho eu faço por merecer sim a confiança do comandante e de todos os integrantes da jovem equipe de esportes da Radio GreNal. E com você e por você, pela GreNal vou de novo sacudir, sacudir, sacudir o rádio esportivo do Brasil. Do fundo do meu coração, muito obrigado, obrigado; ao Sr. Otavio Gadret presidente do grupo Rede Pampa de Comunicação; ao Paulo Sergio Pinto, um chefe, um amigo; e obrigado Marjana minha chefe. Tô feliz porque de novo vou fazer o que gosto pretendendo narrar por mais oito anos e daí o encerramento da minha carreira feita com dificuldades, mas carregada de amor e gratidão a todos quantos gostam do meu trabalho.

ESTRÉIA

Minha estréia na Rádio GreNal se dará no sábado no jogo do Grêmio x Coritiba…e depois em seguida certamente estréio em jogos do Colorado contra o Palmeiras… e daí equilibrada a balança, vamos buscar as emoções do futebol, na rádio genuinamente futebol. Que N.S.Aparecida de novo proteja o meu trabalho e a minha vida.

HORÁRIOS

Os horários estabelecidos para iniciar meu trabalho na Rádio GreNal. Amanhã quinta-feira ás 13 horas, apresentação nos estúdios da GreNal no Alto Teresópolis. Vou participar dos debates do meio dia as duas da tarde e o meu comentário de segunda á sexta-feira que será a partir de amanhã ás 18 horas e 30 minutos

GRÊMIO

Acho que se o Grêmio ganhar hoje o seu jogo diante do líder, vai colocar uma pimentinha no campeonato. Mas a campanha tricolor em si já é vitoriosa na temporada, tendo em vista como era visto e analisado o time do Olímpico Monumental Helio Dourado no inicio do campeonato.

INTER

Não tem como o Colorado perder hoje para o Figueirense. Está proibido de perder. Vexame basta aquele de Goiânia. Ganhar do Figueirense e buscar ainda na possibilidade que tem embora remota, uma vaga a Libertadores da América do ano que vem. Favoritaço hoje, depois da chinelada de domingo.

SAUDADE

Nem fui embora ainda e já sinto saudade. Saudade do ambiente da Câmara Municipal de Porto Alegre. Foram 12 anos de convívio pacifico com pessoas sangue bom, e aceitação de peleia com aqueles que se julgam superiores aos demais. Porque; todos, todos nós seres humanos, somos absolutamente iguais em erros e virtudes, ninguém é mais que ninguém e a igualdade baseada no respeito é o que carrego na vida. Mas não fujo da raia em outras circunstâncias. Meu pai, o Nego Bene que me mandou ser assim, e se eu estiver errado, reclamem para ele. Vai ser um vazio terrível dentro da minha alma, eu sei. E como sei. Como gosto das minhas meninas, as conhecidas Haroldetes – Patrícia (minha competente chefe de gabinete), Vanessa, Carla, Aline, Roberta, Rejane, Daniela, Andressa, Ana e a Lílian Brasil. O Ney Rios que esteve comigo durante estes 12 anos. O Paulo do Nando Záchia…o Paulo da Restinga, a Darlene, a profi Elizete e a Viviane. A todos vocês muito obrigado. O meu coração sangra pela separação, mas confortado por tudo aquilo de bom que vivemos ao longo desses anos todos. E um dia, quem sabe, porque não, sim reunirei todos de novo no mesmo lugar ?!

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PELOS CAMINHOS DO VOTO DE CONFIANÇA…

1.947 homens, mulheres, sendo jovens e idosos e os de meia de idade. Sumiram da urna os votos que me deram 3 mandatos como vereador de Porto Alegre; uns 4 mil e alguma coisa. Cheguei a câmara em 2.000 com 6 mil 934 votos; em 2.004 sofri uma pequena queda- 6 mil 522 votos e em 2.008 de novo fiquei girando nos seis mil…Exatos 6.375 votos. Não se sabe onde foram parar os meus fiéis eleitores e as causas desse fato começam a ser apuradas, para a nossa economia interna de gabinete. Sobre o meu gabinete de 12 anos eu vou falar logo ali na frente.

Quando se entra numa disputa que esperamos sejam sempre dentro das regras normais estabelecidas, se entra para vencer. E nem sempre conseguimos alcançar o objetivo traçado. Faz parte do jogo e isso se assimila com o tempo e pra mim não precisa tanto tempo assim. Por ter saído da Rádio Guaíba, uma potência do rádio esportivo brasileiro, casa que deixei por livre e espontânea vontade, talvez aí um significativo número de perda de votos dos famosos guaibeiros, pode ser. Ao ser pego em blitz com 0,34 quando o limite era 0,33, mais alguns votos; por ser defensor e jogar o relaxante bingo,e não escondendo isso de ninguém, mais alguns votos que se foram. A ausência de um comitê por falta de condições financeiras; sem um carro de som, opção exclusivamente minha por entender nessa prática uma terrível poluição sonora e a falta de dinheiro para colocar a campanha na rua, também foram marcantes na derrota eleitoral. Imaginem os amigos, que o Ney, meu cabo de guerra recebeu condições para colocar nas ruas cinco cavaletes. É isso daí; cinco cavaletes. Parece mentira né. Com um total de 15 pessoas e os chamados banners, botei meu bloco na rua e ao final junto ao Tribunal Regional Eleitoral registramos uma das mais econômicas, para não dizer pobre campanha de todos os candidatos, mais de 500 que brigaram pelas 36 cadeiras no legislativo da câmara municipal da capital gaúcha. Aos poucos vou fornecer por aqui os números exatos da nossa campanha. Mas acho que não cheguei a 50 mil reais de doações de amigos. E não quero nem saber quanto gastou beltrano ou cicrano; e o fulano muito menos. A todos o que eu desejo é sorte para os próximos 4 anos na câmara municipal. Que todos estejam com a consciência tranquila e sem comprometimento como está a minha.

Mas o temporal que se abateu sobre a minha cabeça por volta das sete e meia da noite de domingo, na casa da minha chefe de gabinete e de campanha, a Patrícia Torres, era pouco para o que me estava reservado nas próximas horas. Choramos todos naquela hora daquele domingo 7 de outubro desse ano da graça de Deus; Paty, Eu, Aline, Carla, Roberta, Carina, Dani, Re, Ana, Paulo, Ney, Diego e a Silvinha…e dali fui me embora fugindo ao temporal que desabava; era uma chuvinha fina que caia na cidade, mas na minha cabeça um vendaval. E o pior pra mim estava por vir.

Na segunda feira por volta das 9 horas da manhã o preparo para a volta a normalidade. Co m a ressaca eleitoral, o telefone toca e vinha da Rádio Bandeirantes na figura do Sr. Ribeiro Neto perguntando se eu iria na rádio aquele dia. E eu respondi; ao meio dia e meia, estaria na rádio. E o Sr. Ribeiro respondeu, que precisava que eu fosse lá urgente. Senti. Senti que o temporal que ainda estava na minha cabeça pela perda da eleição, mas já sendo mais leve, se transformaria num tsunami.

Peguei o Jabuti e subi o morro Santo Antonio. Ali está a sede da Band – RS. E ao chegar diante do Sr. Ribeiro, este por ordem do sr. Leonardo Menegheti pediu que assinasse ciente da dispensa dos meus trabalhos a equipe de esportes da Rádio Bandeirantes de Porto Alegre. Foi um choque. Era o tsunami que chegava, sacudindo com minhas entranhas. O coração começou a bater mais forte e uma profunda tristeza e revolta se apoderou de todo esse corpo que me carrega a poucos dias de completar 68 anos de existência. E foi a primeira vez, numa carreira radiofônica de 47 anos, que eu estava sendo dispensado do emprego, do trabalho que amo, daquilo que faço aqui há 38 anos, passando por poucos prefixos, mas todos eles de histórias lindas do rádio esportivo brasileiro.

A minha carreira foi iniciada de forma profissional em l.969. Aprendi em escolas interioranas do Paraná. Rádio Castro de Castro; Difusora e Santana de Ponta Grossa; Cultura de Maringá, Cultura de Paranavaí e Rádio Alvorada de Londrina. Verdadeiramente em resumo – trabalhei de 69 a 74 na Rádio Itatiaia de Belo Horizonte, emissora líder no seguimento nas Alterosas. Não fui dispensado. Pedi para sair, para atender um convite do Nelson Sirotski da RBS – vim o para a Radio Gaúcha onde fiquei por 17 anos;não fui dispensado, saindo da Gaúcha por livre e espontânea vontade, para pedir emprego na poderosa Rádio Guaíba, onde fiquei por 19 anos. Também ali na Guaíba, formando uma inesquecível dupla com o Louis Carlos Reche, não fui dispensado. Sai para atender um convite do Sr. Pedro Paulo Zachia, então chefe geral da operação departamento esportivo da Radio bandeirantes. Mas os senhores Leonardo Menegueti e Ribeiro Neto se incumbiram de mancharem o meu currículo de locutor esportivo de 11 copas do mundo e narrador de todos os principais títulos conquistados pelo futebol gaúcho, na representatividade desses dois gigantes que formam o mundo GreNal. Orgulho dos gaúchos, orgulho meu. Fui ferido de morte por volta das 10 da manhã do dia 8, segunda feira passada, com o temporal surgido no domingo por volta das 7 horas, se transformando num verdadeiro e destruidor tsunami. Após 2 anos de Rádio Bandeirantes, Ribeiro Neto e Leonardo Menegueti entraram para a minha história de vida e carreira esportiva como dois homens superiores aos demais que me comandaram até aqui nessa carreira de 47 anos. Entre eles o saudoso Osvaldo Faria da Rádio Itatiaia, meu chefe, com quem abrimos para o rádio de Minas, os caminhos de todos os continentes…Nelson Sirótski, Mendes Ribeiro (um dos grandes narradores que depois foi meu comentarista – chefe na Rádio gaúcha,o Carlos Bastos e o Ruy Carlos Ostermam, com esse inaugurando o canal livre internacional e os 100kilowats da Radio gaúcha no mundial da Argentina em l.978; fui chefiado na Rádio Guaíba pelo Paulo Sergio Pinto, o Wianey Carlet e o Luis Carlos Reche ainda garoto, mas com quem formei uma dupla que durou 19 anos. Todos profissionais do mais alto gabarito. Mas eu entendo os profissionais Ribeiro Neto e Leonardo Menegueti – eles não se mandam, eles não decidem, e se um é marionete do outro, os dois devem ser a mesma coisa dos paulistas da Band-SP. Não poderia mesmo dar certo comigo. Minha vida, minha transparência em tudo que faço, não combina com esse tipo de profissionais que devem ter suas fortes razões para viverem desse jeito em meio a esse mundo fantástico e emocionante, que é o mundo do rádio. E como não sou homem de guardar mágoas, já estou em outra na vida. Desempregado, mas numa boa, com a consciência tranqüila, exatamente como vou sair no dia 31 de dezembro próximo da minha casa política, onde residi por 12 anos.

Eu precisava fazer esse depoimento aqui no meu blog, esperando ser alcançado pela maioria das pessoas que me acompanham no Rio Grande do Sul ao longo desses 38 anos.

E vou publicar nos jornais da cidade o seguinte anuncio nos classificados;

“Locutor esportivo de larga experiência, com um curriculum de 11 copas do mundo ao vivo, narrador de todos os principais títulos da vida de Grêmio, Internacional, e seleção brasileira, se oferece para trabalhar no ramo. Interessados entrar em contato com 93.13.27.14.”

E com mais tempo e aos poucos vamos conversando por aqui a respeito de nossas vidas, porque ela continua, e depois do tsunami, certamente haverá o brilho do sol. Abraço forte a todos e obrigado pela atenção.

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Chegando no pedaço…

E pelos caminhos do voto de confiança ao 15.111, quero continuar sendo considerado um parlamentar bancada da bola. O termo bancada da bola surgiu quando os primeiros ex-jogadores de futebol entraram para a política. E ser identificado como tal, bancada da bola me deixa feliz, pois sempre estive em meio aos boleiros e dirigentes de futebol, pois vivo do futebol através do meu trabalho que faço com a maior dedicação e amor possíveis. E nesses 12 anos de vereador em Porto Alegre sempre procurei ajudar a dupla Gre-Nal e a Federação Gaúcha de Futebol. São as células desse futebol duas vezes Campeão do Mundo. Uma cidade com a dimensão de Porto Alegre, possuir dois clubes campeões do mundo com dois estádios particulares a nível Fifa, é motivo de orgulho sim de todos os gaúchos, gostando ou não do futebol. Tudo que votei na Câmara a respeito da reforma do Beira-Rio e os melhoramentos que ali serão introduzidos e tudo que votei para o surgimento da Arena na zona norte e os benefícios que brotarão naquela região da cidade, votei com a consciência absolutamente tranqüilo. Digo isso porque está chegando à hora de novo, domingo que vem, na bancada da bola ou da BANCADA DO MICROFONE, estamos pleiteando de novo uma eleição a vereador. Será o meu quarto mandato, com gabinete escancarado como diz o Dib para todos que precisam de alguma coisa em que a figura do vereador pode ser útil, há quase 12 anos sempre estou no pedaço. To assustado com o nível que está descambando essas eleições, e todo cuidado é pouco para não misturar alho com bugalho e sair da batalha como guerreiro vencedor. E se assim Deus não quizer, o que irá prevalecer na minha vida é uma passagem tranqüila pela política com a consciência tranqüila e o sentimento de dever cumprido. Então gente; estou colocando meu nome novamente a julgamento de todos que habitam essa cidade que todos nós amamos de paixão. 15.111 é com ele que eu pretendo continuar na Comissão de Educação, Cultura e Esportes da Câmara Municipal de Porto Alegre.

A partir da semana que vem nesse meu pedaço aqui vamos tratar do futebol. A partir de segunda-feira estarei de volta a Band 640…fms 90.3 e 94.9…porque o momento ta chegando e eu vou gastar sola de sapato em busca da confiança ao meu 15.111
com a proteção de Aparecida. Uma boa tarde a todos.

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